sexta-feira, 12 de março de 2010

Inerte

"E ainda permaneço imóvel à beira do caminho...
Apenas deitada, inerte, sem forças, sem vida.
Como a ferida aberta que sangra permantentemente - sem cura.
Ainda sinto arder por dentro a voz que calou-se por falta de atenção.

Eu sei que havia esperança se ainda eu pudesse acreditar nela, mas seria perda de tempo lhe dizer isso...
Pedi que partistes levando consigo o melhor de mim, para não apodrecer junto com todo os destroços.
Não perca seu tempo com pedaços de um coração partido e fragmentos de uma alma vazia.

Salve-se."

- acho que ando lendo demais textos pré-modernistas...
Simpatizei-me com o niilismo... Porque será?

Um comentário:

  1. a esperança é tão dolorida que às vezes dá vontade de largá-la...

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